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Brasil

  • Teve lugar, na sede do CPPC, uma iniciativa de solidariedade com o Brasil que contou com a presença de dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central de Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB), bem como organizações portuguesas.

    Na mesa estiveram António Lisboa, Secretário de Relações Internacionais da CUT, Raimunda Gomes, Secretária de Imprensa e Comunicação da CTB e Filipe Ferreira, Vice-Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Na sessão foram abordadas as políticas seguidas pelo governo golpista brasileiro e como estas representam um retrocesso nas conquistas de anos anteriores em termos de justiça e igualdade sociais, de democracia e afirmação soberana do Brasil e também um retrocesso para o papel do Brasil no quadro dos processos soberanos de integração regional na América Latina, denunciando que o governo que resultou do golpe contra a presidente Dilma Roussef, é apoiado por grandes grupos económicos brasileiros e dos EUA, cujos interesses representa. Foi dado destaque à resposta de resistência e luta por parte de forças progressistas, que têm procurado construir a unidade na acção.

  • lula da silva e hoje reconhecido mundialmente como um preso politico 1 20180714 1889575265

    Divulgamos apelo, subscrito por 22 deputados da Assembleia da República, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, onde denunciam que o processo que levou à condenação de Lula da Silva não respeitou as mais elementares regras de um Estado de Direito democrático e que é pública e notória a existência de uma chicana judiciária de caráter político visando impedir Lula da Silva de se candidatar às eleições presidenciais. O texto termina com um apelo “ao Supremo Tribunal Federal do Brasil para que se reponha as condições mínimas aceitáveis de funcionamento do Estado de Direito democrático no processo que atinge o Presidente Luís Inácio Lula da Silva, determinando a sua libertação e garantindo o pleno exercício dos seus direitos fundamentais.”

  • Gleisi Hoffman, senadora do Partido dos Trabalhadores (Brasil)

    «A Presidente Dilma foi afastada pelo Senado da República num processo de impeachment, que nós consideramos um golpe, por não ter base constitucional. Acusam a Presidente de um crime que não existe. A sua destituição foi casuística, foi pensada para a incriminar e só vai servir para ela, para este caso, porque não configura um crime de responsabilidade.
    A presidente teve 54 milhões de votos e quem assume hoje o poder, para além de não ter recebido quaisquer votos dos brasileiros, mudou radicalmente o programa que foi eleito nas urnas em 2014: nós hoje temos um vice-presidente que assumiu interinamente com um programa económico liberal e posições conservadoras nas áreas sociais, políticas e de comportamento.

  • acto publico em apoio a democracia no brasil 1 20180817 1070708196

    Ontem, 15 de Agosto, dia em que Lula da Silva oficializou a sua candidatura, o CPPC participou, com várias outras organizações, no Largo Camões em Lisboa, no acto público em apoio à democracia no Brasil e ao direito a Lula da Silva sair em liberdade e poder se candidatar, em pé de igualdade com os restantes candidatos, às eleições presidenciais no Brasil.

  • Foi com determinação que hoje, 13 de Abril, também no Porto, se juntaram portugueses e brasileiros num Acto público, em frente ao Consulado do Brasil. Foi
    uma manifestação de solidariedade com o povo brasileiro, em defesa da democracia e de protesto face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff.

  • Divulgamos texto do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) a anunciar a realização da próxima Assembleia do Conselho Mundial da Paz, na qual o Conselho Português para a Paz e Cooperação participa de forma empenhada.

    "Conselho Mundial da Paz realizará Assembleia pela primeira vez no Brasil

    São Luís (MA) será a capital da luta pela paz em novembro. O Conselho Mundial da Paz (CMP) realiza pela primeira vez no Brasil a sua Assembleia e escolheu o Maranhão, que já ofereceu a sua combativa hospitalidade, como o ponto de encontro dos movimentos engajados na luta contra a guerra e a opressão. O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) será o anfitrião.

    O CMP convida todas as forças democráticas, empenhadas por um mundo mais justo, de amizade e cooperação entre os povos, os trabalhadores, a juventude, as mulheres, negros, indígenas e todos os movimentos sociais engajados na construção de novas relações, livres da dominação e da exploração, a apoiarem e participarem da Assembleia Mundial da Paz, de 17 a 19 de novembro, e da Conferência Mundial da Paz, em 20 de novembro, em São Luís.

  • Fortalecer a solidariedade dos povos na luta pela paz, contra o imperialismo

    A Assembleia de 2016 do Conselho Mundial da Paz, realizada em 18 e 19 de novembro em São Luís e acolhida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ), concluiu com a adoção da seguinte Declaração.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa nos dias 18 e 19 de Novembro no Brasil na Assembleia Mundial da Paz, órgão máximo do Conselho Mundial da Paz (CMP) de que o CPPC é membro com assento no seu Comité Executivo e Secretariado, sendo ainda seu coordenador para a Europa.

    A Assembleia Mundial da Paz é um grande fórum internacional de movimentos da paz onde as organizações nacionais que integram o CMP analisam a situação internacional, de batendo e decidindo sobre o rumo a seguir na luta pela paz, elaborando campanhas e ações de unidade em torno dos princípios do CMP, pela defesa da autodeterminação dos povos e da soberania nacional, na luta anti-imperialista e anti-colonialista, contra a militarizaçãoas e as armas de destruição massiva, por relações internacionais solidárias, de respeito mútuo, pela não ingerência, pela paz.

    A Assembleia é antecedida por uma reunião do Comité Executivo do CMP e será seguida pela Conferência Mundial da Paz que reúne, para além das organizações membro, organizações amigas, movimentos sociais e personalidades convidadas para a discussão dos desafios atuais e para a análise da conjuntura internacional.

  • A esperança constrói-se na acção e na unidade

    Meia centena de representantes de organizações e movimentos da paz de 33 países participaram, a 18 e 19 de Novembro, na Assembleia Mundial da Paz, que se realizou na cidade brasileira de São Luís do Maranhão. No dia seguinte, teve lugar uma conferência internacional.

    O CPPC, que se fez representar pela presidente e por um dos vice-presidentes da Direcção Nacional, respectivamente Ilda Figueiredo e José Batista Alves, foi reeleito para o Comité Executivo e para o Secretariado do Conselho Mundial da Paz (CMP), mantendo igualmente a coordenação da Região Europa. As organizações da Palestina, África do Sul, Nepal e Cuba assumem a coordenação das respectivas regiões: Médio Oriente, África, Ásia e América. Na presidência permanece o Cebrapaz, do Brasil, na pessoa de Socorro Gomes, da mesma maneira que o Secretário-geral e o Secretário-executivo continuam a ser membros do Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e Paz.

  • Divulgamos texto publicado pelo Centro brasileiro de solidariedade com os povos e luta pela paz:

    "Cebrapaz repudia a perseguição contra os movimentos sociais e manifesta solidariedade ao MST

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) manifesta seu profundo repúdio e consternação pela invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes pela Polícia Civil de São Paulo, nesta sexta-feira (4 de novembro de 2016). Manifestamos também nossa determinada solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vítima da arbitrariedade cometida pelas autoridades paulistanas.

    Somamo-nos às forças progressistas brasileiras e internacionais que, no grave momento de abusos e perseguições que se instala no país, denunciam, repudiam e combatem a criminalização dos movimentos sociais no Brasil e das ações dos que seguem firmes na luta em defesa da democracia e da justiça social.